segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Redação de Português, Preconceito Linguístico e Contos

Sonho meu

Desde muito cedo eu gostava de estudar, mas como eu morava no interior não tinha acesso a ensino superior, na verdade a escola que tinha na cidade ia apenas até a terceira série. Meu nome é João, quando criança , não parava quieto, procurava sempre novas brincadeiras, e novas cosias para aprender. Não tinha dinheiro para comprar muitos brinquedos, mas comida nunca faltou em minha casa. Desde essa época sempre tive o sonho de me tornar médico e dar uma vida melhor para meus pais e meus parentes.
Ao chegar à adolescência precisei começar a trabalhar com meu pai no campo, e fui deixando meu sonho de lado. Completei a escola, mas não parei de estudar, meu primo que morava na cidade me emprestava seus materiais usados para eu poder estudar. Meu pai nunca gostou da ideia de eu sair de casa para estudar, pois havia muito trabalho no campo, e com um a menos ficaria mais difícil.
Depois de algum tempo, eu cansei de pedir a meu pai para que deixasse eu ir pra cidade estudar, mas em uma das visitas de meu primo, sua mãe ofereceu a sua casa para eu me hospedar enquanto completava o ensino fundamental e o ensino médio. Eu fiquei muito feliz, mas meu pai não havia gostado da ideia  com ajuda de minha mãe o convencemos, mas teríamos um acordo: em quanto eu não estivesse na escola, ajudaria em casa ou trabalharia em algum lugar. Eu aceitei isso sem nem pensar, e fomos à cidade, mais precisamente para Pelotas.
Durante o primeiro ano, senti muita saudade e achei que não fosse aguentar  mas segui adiante. Tudo estava dando certo, eu havia conseguido um emprego do lado da casa da minha tia e permaneci lá até o fim do ensino fundamental. Passei as férias deste ano sem parar de estudar, pois eu queria entrar em uma escola técnica que tinha na época. No dia da prova, cheguei com bastante antecedência para não ter perigo de nada dar errado e mais uma vez, deu tudo certo para mim.
Passei quatro anos nesta escola, sendo o ultimo ano apenas um preparatório para os vestibulares que iríamos enfrentar, eu sofria muito por ser do campo, os meninos riam de mim, me chamavam de burro, mas eu tinha o apoio do meu primo que sempre estava ao meu lado. Eu e meu primo não parávamos um segundo, até larguei meu emprego só para estudar, e foi tudo muito corrido, o ano passou de pressa e quando vimos faltava uma semana para as provas.
Como eu queria medicina, só havia uma faculdade que eu não teria que pagar muito caro, mas para isso eu teria que ser muito bom, a faculdade era a UFRGS e eu estava mais nervoso do que nunca, o tempo passou muito rápido, e quando vi, estávamos em uma sala, prontos para fazer a prova.
Começou a prova, utilizei todo tempo que tinha para acabar, eu estava muito confiante, acreditando que o meu sonho estava próximo de se realizar. Quando acabei fui para casa, descansei, e fiquei a espera dos resultados, o resultado da prova de meu primo saiu antes e pude festejar junto com ele, nosso esforço havia dado resultado. O dia dos resultados da prova que eu havia feito saíram, eu fui ao local onde estariam os nomes dos aprovados, mas o meu não estava entre eles, foi a maior decepção da minha vida.
Voltei para o campo, pois meu pai precisava de ajuda e eu não tinha como me manter na cidade, mas não parei  de estudar, mesmo sendo escondido. O ano demorou a passar, e todos meus amigos da escola estavam na faculdade menos eu, eu precisava estudar em dobro, e foi isso que fiz em todos os tempos livres eu estudava, mas escondido de todos. Quando a semana da prova chegou, contei a meus pais que não gostaram nada da ideia de eu voltar para a cidade, eles tinham medo que eu fracassasse outra vez, mas nada me impediria.
Fiz a prova novamente com calma, mas ao contrario da ultima vez, fiquei apreensivo, sem saber o que fazer, achava que tinha ido bem, mas achava que eu poderia estar errado outra vez. No dia de ver as notas, meus pais vieram do campo para estarem comigo para o qualquer que fosse o resultado. Ao chegarmos  mal conseguimos ver as notas, pois havia muita gente em volta, olhei de baixo para cima, e não vi meu nome, até que minha mãe gritou chorando que eu tinha sido o primeiro, eu não acreditei mas quando olhei e vi com meus próprios olhos, chorei de emoção, esse tinha sido o melhor dia da minha vida.
Depois de me formar e estar no melhor hospital de Porto Alegre, o dia de minha primeira cirurgia chegou, eu precisava muito ser bem sucedido nela, pois era a primeira...Ao ver meu primeiro paciente, fiquei quase louco, um dos rapazes que riam de mim e estragavam tudo o que eu queria, um dos meus antigos colegas de ensino médio, este era o paciente, eu poderia dar o troco, mas eu precisava me sair bem, pois queria uma longa carreira. A hora chegou, e fiz tudo certo, minha primeira cirurgia havia sido um sucesso, não me vinguei dele, usei a educação e meu conhecimento para dar uma vida melhor a ele.

As coisas voltaram a dar certo depois disso, comecei a namorar, me casei, tive filhos e hoje sou muito feliz, graças ao grande esforço que tive e graças as pessoas que me ajudaram a ser uma boa pessoa na vida e um ótimo médico.

Autor: Óliver Wachholz

Turma:2124

Piezocarregador De Celular, Projeto dos Alunos do 4ª Ano do Curso de Eletrotécnica

Objetivo: Solucionar um problema diário que as pessoas sofrem em seu dia-a-dia: a falta de bateria em seus celulares. Para isso o grupo pretende utilizar a piezoeletricidade, uma energia renovável não usual.

 Resumo do Projeto:
Este projeto teve sua iniciação na visão do grupo em resolver problemas. Para isso o problema escolhido foi a falta de bateria no celular. Isto se deve a necessidade do uso de aparelhos móveis hoje em dia, e no que sua falta pode acarretar (ligações de trabalho, necessidade de números pessoais e comunicação em geral). Para isso o grupo queria utilizar uma energia que não agredisse o meio ambiente, renovável, e que não fosse usual. Então resolveu-se utilizar a piezoeletricidade, que nada mais é do que a transformação de energia em forma de pressão para energia elétrica.

Estes cristais piezoelétricos irão acoplados na sola do sapato do usuário, e através de um cabo ligado a entrada do celular fazendo assim o carregamento onde o usuário estiver

Autores do projeto: Kristoffer monteiro e Luiz Felipe Giacobbo


Nikola Tesla, um gênio da eletricidade (texto da semana do curso de Eletrotécnica)

Nikola Tesla, nascido em 10 de julho de 1856, na Croácia. Tesla estudou na Realschule, Karlstadt em 1873, o Instituto Politécnico em Graz, na Áustria e na Universidade de Praga quando ficou fascinado com eletricidade. A partir daí, iniciou sua carreira como engenheiro elétrico com uma companhia telefônica em Budapeste em 1881.
Sempre tivera o sonho de conhecer o Niágara Falls, já com o intuito de aproveitar o poder de suas águas. Então, quando mais tarde foi convidado para trabalho com Thomas Edison, no EUA, não recusou. Depois de algum tempo trabalhando com Edison, começaram as divergências entre o dois sobre a corrente continua, defendida por Thomas, e a alternada, defendida por Tesla.
Foi então que a Guerra das Correntes começou, e da mesma Tesla saiu vencedor.
Em fevereiro de 1882, Tesla descobriu o campo magnético rotativo, um princípio fundamental na física e na base de quase todos os dispositivos que usam a corrente alternada.   Tesla brilhantemente tinha adaptado o princípio da rotação do campo magnético para a construção do motor de indução alternado atual e o sistema polifásico para a geração, transmissão, distribuição e utilização de energia elétrica.
Nikola Tesla também patenteou o sistema básico de rádio em 1896. Outra das invenções de Tesla, que é familiar a qualquer um que já tenha possuído um automóvel, foi patenteada em 1898 sob o nome de "ignição elétrica para motores a gasolina". Mais comumente conhecida como o sistema de ignição do automóvel, seu principal componente, a bobina de ignição, permanece praticamente sem mudanças desde o seu aparecimento, na virada do século.

A generosidade de Tesla eventualmente deixou-o sem fundos suficientes para prosseguir realizando as suas invenções. O seu idealismo e humanismo deixavam-no desanimado com as intrigas do mundo industrial e financeiro. Seu laboratório de Nova Iorque foi destruído por um incêndio misterioso. Referências ao seu trabalho e às suas realizações foram sistematicamente expurgadas da literatura científica e dos livros de texto. Levado a um exílio fechado em um hotel de Nova Iorque entre as duas guerras, 20 anos de uma potencialmente rica e produtiva contribuição foram tiradas de nós. As únicas ocasiões em que aparecia em público eram nas entrevistas anuais à imprensa na data de seu aniversário, que ele descreveria invenções espantosas e de grande alcance, e sobre as possibilidades da tecnologia. Elas eram distorcidas pela imprensa sensacionalista, particularmente quando ele descrevia sistemas de armas avançadas às vésperas da Segunda Guerra Mundial. Morreu na obscuridade, desacreditado e na pobreza em 1943.

Redação de Português, Preconceito Linguístico e Contos

PERSEGUIÇÃO

O sino da pequena cidade badalava marcando meia-noite  de um dia quente e nublado. Além das badaladas, o único som que se ouvia era o de pés apressados. Estes pés pertenciam a uma moça de cara meio tristonha e cansada, que a tempo já havia passado da aurora da vida. Sonia estava atrasada. A coragem de prosseguir já começava a lhe faltar.  Sentia as pernas tremendo e o coração martelando. Mesmo atrasada decidiu parar na pitoresca praça da cidade, para se acalmar e pensar em como aquilo havia ido tão longe.
Sonia sempre fora uma pessoa fechada, mudando de assunto para não falar de sua vida. E sempre se dera muito bem assim. Ela se mudara a pouco mais de um mês para a cidade de Piloto, no Mato Grosso. E no mesmo momento em que desembarcou do ônibus gostou dali, a cidade era ideal. Quanto menor ela fosse, menores eram as chances de ser descoberta. Gostava da cidade e de seus habitantes, que embora desconfiados e ignorantes a haviam tratado com gentileza. Os curiosos moradores foram logo desenterrando, ou melhor, imaginando a vida de Sonia, como ela não negava nem afirmava, a história que circulava pela cidade era tida como verdadeira. Logo já estava mal falada e aqueles que lhe eram corteses, viravam a cara ao vê-la passar. Seu sotaque era motivo de chacota e seu palavreado perversamente imitado. Não era mais bem-vinda. A vida era complicada.
Mas ainda podia piorar e foi o que aconteceu algumas semanas atrás. A recente onda de assassinatos tirou o sorriso do rosto dos moradores e o desdém para com Sonia se transformou em medo. Ela era a suspeita. Embora estivesse em casa dormindo nas horas em que os assassinatos eram cometidos. Nada havia feito, mas quem mais faria isso, senão a  estranha recém- chegada? Era o que pensavam os moradores.
 Os moradores estavam com medo, mas Sonia estava aterrorizada. Já tinha visto aquilo e receava o que aconteceria em breve. Mas dessa vez era diferente, ela sabia. O tom das cartas havia mudado, o doutor estava mais enfático. Ela tinha medo, muito medo de ser trancafiada novamente. Por isso fugia de cidade em cidade. As lembranças lhe torturavam. A clínica em que sua família a internara era bem equipada e moderna, mas ainda assim, uma prisão.
Não tinha em quem confiar, a não ser no doutor que a tirara da clínica. Ele dizia que a amava e que cuidaria dela, mas Sonia nunca quis qualquer ligação com alguém, muito menos com seus carcereiros.   
Sonia sempre soube que os assassinatos eram culpa do doutor, que não tinha nome, para ela seria sempre O Doutor, ele era louco. Mas pior que sua família, pois sua família não ligava pra ela, enquanto ele a perseguia. E o senso de proteção do Doutor era simplesmente anormal. Mas ela não podia de maneira alguma denuncia-lo, não sob o risco de ser trancafiada novamente. E afinal quem acreditaria numa mulher que era considerada louca? Ela preferia não arriscar.
O encontro era a única chance que ela teria de acabar com aquela corrida incessante, onde o único prêmio era o sangue dos inocentes. Fazia anos que não vira mais o doutor. Será que ele ainda usava aqueles óculos na ponta no nariz?  Será que ainda tirava a barba todos os dias? Será que usava o mesmo sobretudo preto para cobrir a barriga proeminente? Será que sua bengala ainda era a mesma? Ela não estava ansiosa para descobrir. A letra miúda da carta a avisara, se não estivesse no lugar marcado, seria denunciada. Afinal ele sempre soubera de seu paradeiro.
Sonia acorda de seus devaneios na hora em que seu relógio marca 00h30min, ela estava com a coragem renovada e precisava correr. A sua volta tudo passava como um borrão, mas em sua cabeça tudo estava claro. Hoje estaria finalmente livre.
Chegou ao estacionamento de um videolocadora há tempos fechado. Entrou devagar, com o cuidado de uma presa que sabe estar invadindo o território do seu maior inimigo. O lugar estava sujo. Ratos tomavam conta do local. E ele estava lá, com sua bengala de madeira polida, seu sobretudo, nada parecia ter mudado. Até o mesmo sorriso, que sempre deixara Sonia amedrontada, estava lá. O cabelo estava mais ralo e fino do que era. Não olhou em seus olhos. Como ela não disse nada coube a ele iniciar a conversa:
- Olá, tudo bem?- perguntou com um sorriso no rosto demente.
- Não, nada está bem! Você não pode matar essas pessoas mais e tem que parar de me perseguir!
- Você não pode fazer isso comigo! Esqueceu-se do que eu fiz por você? Se esta livre é pela minha boa-vontade.
- Sua boa-vontade? Até parece. – A raiva lhe subia pela garganta. – Era apenas medo que eu pudesse denuncia-lo pelo que fez aquela paciente. Esqueceu-se? A bela moça que dormia no quarto ao lado ao meu e que você matou? Ah sim, naquela noite eu ouvi seus passos pelo corredor e os gritos da pobre garota...
- Pare! Cale a boca. Foi um acidente...
- Acidente? Aham sei bem que tipo de acidente ocorreu...
Ela não havia terminado de falar, quando a mão no velho desceu pesada lhe atingindo o rosto e a atirou no chão. Ela caiu pesadamente sobre seu braço, mas logo levantou. De repente toda a raiva acumulada por anos lhe subiu pela garganta. O medo, o desespero, os anos que lhe foram roubados, tudo explodiu. A faca que estava na bolsa havia caído, junto com Sonia. Ela pegou a faca e, sem pensar duas vezes, perfurou impetuosamente o peito do Doutor, que caiu inerte.
A sensação de liberdade era incrível, como pode viver tanto tempo presa? O mundo era todo seu e ela pertencia ao mundo. Agora não haveria mais doutores no quarto ao lado. Sonia era livre pra ser quem sempre fora.

Autora: Dara Cariel de Souza
Turma:2124

Redação de Português, Preconceito Linguístico e Contos

O SEDUTOR DE VARSÓVIA


Já se aproximava o crepúsculo, Jorge então percebeu que era hora de ir. O Aeroporto Salgado Filho estava lotado, e após muita demora, o voo de Jorge parte com destino a Varsóvia, na Polônia.
Durante o voo, Jorge pensava no que havia deixado para trás: Mas espera aí! Ele não havia deixado nada, já que família ele não tinha, e amigos, se é possível chamar eles assim, ele não tinha, pois os que diziam serem seus amigos eram na verdade interesseiros.
Chegando à Polônia, ele se deparou com uma realidade totalmente diferente: apesar de o país ser belo, com muitos atrativos e coisas legais para se fazer, o que lhe incomodava era o frio abaixo de zero, já que havia deixado Porto Alegre em pleno verão gaúcho.
Jorge havia deixado o Brasil, em busca de novas oportunidades em outros lugares, além disso, ele não gostava de viver muito tempo em uma casa, ele gostava de mudanças, de sentir ares novos.
Passadas algumas semanas, ele começou a perceber que o povo polonês, o tratava com certa hostilidade, a comunicação era muito difícil, e quando se comunicava com algum morador local, as únicas coisas que eles sabiam do Brasil, é que o Brasil é o país do futebol e das mulheres. Outra dificuldade, a maior delas, era de arranjar um emprego, já que o seu polonês era péssimo, e lá ninguém falava português. Jorge sofreu muito preconceito por parte do povo polonês, principalmente pelo seu modo de falar.
Caminhando uma tarde, por uma das varias praças de Varsóvia, ele viu muitas pessoas rindo do seu jeito de falar, mas em meio a esse pessoal, ele percebeu uma mulher, muito bonita por sinal, falando no telefone, em português. Sem pensar duas vezes, ele foi logo se aproximando da moça e os dois começaram a conversar. Papo vai, papo vem, Jorge a convidou para jantar em um restaurante. Após vários jantares e conversas os dois começaram a namorar.
Vanessa era a namorada de Jorge. Ela já morava em Varsóvia há cinco anos e havia se mudado porque a sua empresa que era em São Paulo havia se transferido para a cidade polonesa. Vanessa apesar de saber falar um pouco de polonês, sofria também, muito preconceito quando falava em português.
Uma coisa importante, que Vanessa não sabia sobre Jorge, é que ele andava na pior, com pouco dinheiro, e então, para pagar a pensão onde ele morava (uma pensão velha, quase caindo), ele seduzia a dona da pensão com o seu falso amor, ela que por sinal tinha um marido, mas este não a tratava bem, então decidia “pular a cerca” com Jorge, e como ele era esperto, ameaçava contar tudo para o esposo da dona da pensão, caso ela o despejasse.
Em um dia típico, Vanessa foi liberada antes no seu trabalho, e decidiu fazer uma surpresa a Jorge e ir visitá-lo na sua casa, mas chegando lá, quem teve uma surpresa foi ela: ao entrar na casa, ela viu Jorge em atos explícitos com a dona da pensão, e explodindo de raiva, decidiu ir para casa, para ao cometer uma bobagem, e foi embota quieta, sem que os dois a vissem.
Horas depois Vanessa decidiu ligar para Jorge e convidá-lo para ir a sua casa. Quando Jorge chegou lá, viu a casa toda perfumada, com rosas por todos os lugares, e um jantar a luz de velas que era de dar água na boca. Após o delicioso jantar e alguns copos de vinho, os dois decidem ir para a cama, e, para apimentar a relação, Vanessa decidiu algemar Jorge na cama. Jorge então fica no auge da sua excitação e enquanto isso Vanessa vai para o banheiro, aparentemente para se trocar, mas quando volta, trás consigo um tubo de álcool e uma caixa de fósforos, e num ato de total descontrole, derrama todo o tubo de álcool em Jorge e com um único palito de fósforo, acaba com a pele do coitado, mas com um fim trágico, o fogo se alastra rapidamente por todo o quarto, consumindo também o corpo de Vanessa, não deixando assim, nenhuma prova do crime.

Autor: Gustavo Lenhardt Steffen
Turma:2124

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Gincana Interna do Trio Eletro

No dia 11/05/2013, tivemos o imenso prazer de assistir e participar da gincana interna do Trio Eletro, que representa a Curso Técnico de Eletrotécnica. A diversão, alegria e também a imensa competitividade dos participantes era visível. Enquanto corriam, pensavam, dançavam ou cuidavam da organização o amor à camisa, o amor ao Trio Eletro transparecia. A seguir vai uma foto do Trio Eletro:


domingo, 19 de maio de 2013

Sugestão de Filme

Projeto X
Três alunos da Escola Secundária decidem organizar uma festa para se tornarem conhecidos. A sua ideia é bastante inocente: vão fazer uma festa que ninguém irá esquecer. Mas nada os podia preparar para esta festa. A palavra espalha-se rapidamente, enquanto sonhos são arruinados e nascem novas lendas...Para não acabar com a graça do filme, não vamos contar o resto, mas uma dica a todos: OLHEM O FILME, a gargalhada vai rolar solta... aushaushaushaushua